quarta-feira, 7 de agosto de 2013

UFCG identifica 91 alunos irregulares cursando mais de uma graduação

Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), campus I (Foto: Taiguara Rangel/G1)Um levantamento da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) identificou 91 estudantes que estariam em situação irregular na instituição. De acordo com a universidade, os envolvidos cursam mais de uma graduação em universidades públicas, o que é proibido pela Lei 12.089/09.
Confira aqui a lista de nomes.
Os estudantes com suposta matrícula irregular foram detectados após uma relação cruzada com outras unidades públicas de ensino superior. Eles têm até a próxima segunda-feira (12) para apresentar documentação comprovando que não cursam qualquer outra graduação em faculdade pública.
Todos os estudantes convocados pela Pró-reitoria de Graduação da UFCG devem entregar documentação comprovando que não possuem vínculo simultâneo. Os indicados devem comparecer à sede da pró-reitoria no campus de Campina Grande ou nas coordenadorias de curso responsáveis - para aqueles que estão matriculados em cursos nos demais campi da instituição.Caso contrário, será aberto procedimento administrativo que pode levar à punição de desvinculação da UFCG. A universidade explica que a advertência aos estudantes acontece em razão do cumprimento da lei 12.089, de 11 de novembro de 2009, que proíbe que uma mesma pessoa ocupe duas vagas em cursos de graduação, em uma ou mais de uma instituição pública de ensino superior em território nacional.
G1pb

Assaltantes tentam roubar carro e atiram contra estudante na UEPB

Suspeitos armados tentaram roubar um carro e atiraram contra o proprietário dentro do campus da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) em Campina Grande, na noite desta terça-feira (6). De acordo com informações da Central de Operações da Polícia Militar (Copom), o crime aconteceu na área de estacionamento de veículos próximo à Central Integrada de Aulas (CIA).
Os criminosos teriam atirado várias vezes contra o veículo, mas não houve danos físicos ou materiais. Em seguida, eles teriam fugido com destino ignorado. Viaturas da Polícia Militar realizaram diligências na área do campus, no bairro de Bodocongó, mas nenhum suspeito foi localizado.Segundo a PM, um homem de 29 anos saiu da aula por volta das 21h e foi até seu veículo Volkswagen Golf, que estava estacionado próximo ao local. Conforme o relato da vítima, três pessoas o abordaram com uma arma, mas ele conseguiu fugir.
De acordo com a reitoria da UEPB, há horários alternados de circulação de viaturas da Polícia Militar na área do campus, que conta ainda com segurança privada terceirizada contratada pela instituição e passará a ter vigilância por câmeras.
"Não tem como a universidade se responsabilizar pela segurança pública, isso depende do policiamento ostensivo. O crime aconteceu em uma via pública que cruza a UEPB que, dentre outros fatores, fica em uma região de pouca habitação. Nós já reforçamos a segurança recentemente e adquirimos câmeras que serão instaladas em breve para realizar a vigilância da área externa do campus", informou o reitor Antonio Rangel Junior.
G1pb

Juiz que afirma estar em greve de fome passa mal e é internado na PB

O juiz José Edvaldo Albuquerque de Lima, preso durante a Operação Astringere e que afirma estar em greve de fome, passou mal e foi hospitalizado em João Pessoa na madrugada desta quarta-feira (7). A  informação foi confirmada pelo setor de enfermagem do Hospital Samaritano, onde o magistrado está internado. O quadro de saúde dele é estável.
Segundo informações do Samaritano, José Edvaldo deu entrada no hospital bastante debilitado, com a taxa de açúcar no sangue baixa e com a pressão alta. A enfermagem da unidade ressaltou que o juiz é diabético e hipertenso e seu quadro teria sido causado por ele não estar se alimentando bem. Edvaldo está sob a custódia de dois policiais no hospital.
Também na terça, o vice-diretor do Centro de Ensino da Polícia Militar, tenente-coronel Joselito Alexandre, afirmou que não tinha conhecimento da greve de fome de Edvaldo. Nesta quarta-feira (7) ele voltou a ser procurado pelo G1 para falar sobre a internação do juiz, mas se negou a falar com a reportagem.Na terça-feira (6) José Edvaldo afirmou que começou a greve de fome na prisão no final de semana.O magistrado disse que pretende ficar sem se alimentar até que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) faça uma correição em todos os processos julgados por ele. Ele conversou com o G1 usando um telefone celular dentro da cela do Centro de Ensino da Polícia Militar, em João Pessoa, onde está preso desde abril, quando foi deflagrada a Operação Astringere.
José Edvaldo é acusado de comandar um esquema de fabricação de multas judiciais, em conluio com advogados, que funcionava no Fórum de Mangabeira. Ele foi denunciado por formação de quadrilha, corrupção passiva e abuso de autoridade.
Entenda a Operação Astringere
 Durante a Operação Astringere, dez pessoas em João Pessoa e Brasília suspeitas de participar de um esquema que “fabricava” astreintes, multas em dinheiro definidas pelo magistrado para que pessoa ou empresa citada em um processo cumpra uma ordem judicial. A Operação foi deflagrada após solicitação da Justiça Estadual.

Segundo as investigações, o juiz José Edvaldo favorecia os advogados liberando alvarás com rapidez e definindo multas em dinheiro para aqueles que não cumpriam a ordem, segundo a PF.
O esquema de alvarás e astreintes acontecia sem nenhum conhecimento da pessoa responsável pela ação judicial ou por meio de ações promovidas em nome de “laranjas”, pessoas que não sabiam que tinham seu nome usado para promoção de ações judiciais.
Na época, o então superintendente da Polícia Federal na Paraíba, Marcelo Diniz Cordeiro, disse que a quadrilha agia de maneira organizada, podendo ser considerado um “sindicato” do crime.
G1pb

Dupla é presa após assalto a joalheria no Centro de Campina Grande


Produtos roubados de joalheira foram recuperados em Campina Grande (Foto: Divulgação/2ºBPM)
Dois jovens suspeitos de assaltar uma joalheria no Centro de Campina Grande foram presos no fim da tarde de terça-feira (6). Segundo a Polícia Militar, a dupla entrou no estabelecimento localizado na rua Maciel Pinheiro, rendeu funcionários e levou dezenas de jóias, correntes, brincos, anéis, pulseiras e correntes.
Viaturas das Rondas Ostensivas com Apoio de Motocicletas (Rotam) iniciaram buscas e ainda no Centro da cidade prenderam um jovem de 18 anos. Depois, um segundo suspeito, de 19 anos, foi detido no bairro do Santa Rosa. Com eles foi recuperado todo o produto do roubo.
Os dois foram encaminhados para a Central de Polícia e serão transferidos para o Presídio Regional Raymundo Asfora, o 'Serrotão', nesta quarta-feira (7).
G1pb

Água contaminada com radiação tem vazado para o Pacífico há dois anos

Foto tirada nesta terça-feira (6) mostra funcionários do governo e especialistas em energia nuclear inspecionando um local de construção para prevenir o vazamento para o mar da água contaminada.  (Foto: AFP Photo/Japan Pool via Jiji Press)
O governo do Japão acredita que, durante os últimos dois anos, água contaminada com radiação tem vazado para o oceano Pacífico a partir da usina nuclear de Fukushima Daiichi, disse uma autoridade do Ministério da Indústria nesta quarta-feira (7). As informações são da Reuters.

Mais cedo, o funcionário disse que cerca de 300 toneladas de água contaminada estão vazando no mar por dia a partir da usina nuclear de Fukushima, que foi atingida por um terremoto seguido de tsunami em março de 2011.
Também nesta quarta-feira, o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, comprometeu-se a intensificar os esforços do governo para conter o vazamento de água radiativa.
Abe ordenou ao ministro da Economia, Comércio e Indústria a lidar urgentemente com a situação e garantir que a operadora da usina, a Tokyo Electric Power Co, tome as medidas apropriadas para realizar a limpeza, que deve durar mais de 40 anos e custar 11 bilhões de dólares.
A operadora disse também nesta quarta que não pode confirmar a quantidade exata de volume de água contaminada que está vazando para o oceano. "Nós não somos capazes atualmente de dizer claramente o quanto de água está realmente fluindo para o oceano", disse o porta-voz da Tokyo Electric Power Noriyuki Imaizumi, em resposta à pergunta de um repórter sobre a estimativa do governo.
Problema urgente
De acordo com a AFP, a água contaminada da central nuclear de Fukushima que chega ao mar é um problema 'urgente' e as autoridades reforçarão as atividades para solucionar a questão, anunciou o primeiro-ministro Abe.

"Estabilizar a central de Fukushima é nosso desafio. E, em particular, a água contaminada representa um problema urgente que provoca muita inquietação entre a população", explicou Abe durante reunião de um comitê de crise governamental sobre o tema.
G1
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