segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Lutador de MMA morre ao cair em cachoeira na rodovia dos Imigrantes

Uma das cachoeiras da Imigrantes (Foto: Reprodução/TV Tribuna)
Um homem morreu, na tarde deste domingo (10), depois de escorregar e cair de uma cachoeira que fica às margens da rodovia dos Imigrantes, em Cubatão, no litoral de São Paulo. Segundo os bombeiros, ele caiu de uma altura de cerca de 30 metros. Emerson Couto, de 32 anos, era lutador profissional de MMA e disputava vários eventos pelo Brasil.

A vítima estava se divertindo com os amigos em uma cachoeira perto do km 49 da pista de serviço da rodovia dos Imigrantes. Por volta das 15h, ele estava em cima de uma rocha, escorregou e caiu. Após o acidente, o Corpo de Bombeiros foi chamado para socorrer a vítima.
Lutador morreu ao cair de cachoeira (Foto: Arquivo Pessoal)Porém, quando os bombeiros chegaram no local, o homem já tinha morrido. Em seguida, a polícia chegou para analisar o corpo, que foi levado para o Instituto Médico Legal de Santos.
Segundo informações do boletim de ocorrência, registrado em Cubatão, a vítima tinha 32 anos e era natural de São Bernardo do Campo. Ainda de acordo com os bombeiros, o local do acidente é muito utilizado para o lazer de moradores de Cubatão e de turistas.

G1

Casal festeja chegada de trigêmeos após morte de filhas em Angra, RJ

Depois de perder as duas filhas na tragédia das chuvas em Angra dos Reis, em janeiro de 2010, Cláudia e Marcelo Repetto ganharam três novas vidas na sexta-feira (8). O Bom Dia Rio mostrou, nesta segunda (11), a história do casal, que ganhou trigêmeos.
“É o amor infinito, dia oito, oito é o símbolo do infinito, é o amor infinito, e mais uma mensagem que a gente recebe que tem mais coisa além da vida, que o amor transcende a vida mesmo”, afirmou Marcelo.
Eles chegaram à maternidade orgulhosos do barrigão. Ela, aos 46 anos, estava ansiosa depois de sete meses de uma gravidez de risco.  A primeira a nascer foi Flora, depois Filipe e, por último, Valentina. Prematuros, eles saíram dos braços da mãe e foram direto para a UTI do hospital.
“Sempre fui muito apaixonada por ser mãe, por ter filhos, por isso que eu digo graças a Deus eu pude acompanhar e vivenciar a vida das minhas filhas de uma forma tão intensa, e que talvez seja isso que me traga tanta saudade, mas me enche, me preenche tanto, que eu consiga levar uma vida de uma forma, sem cair no baixo astral, né?”, disse Cláudia Repetto.A mãe se recupera no quarto, entre sorrisos e uma decoração cheia de leveza. Um terço e imagens das duas primeiras filhas nos travesseiros e no porta-retrato estão no quarto. Uma saudade que os pais decidiram transformar em esperança.
Pousada soterrada
O casal estava em uma casa na Enseada do Bananal, em Ilha Grande, Angra dos Reis, na virada do ano de 2009 para 2010, com as duas filhas, o tio de Marcelo, Renato, e a mulher dele, Ilza. As fortes chuvas provocaram deslizamentos de terra e uma tragédia que deixou 53 mortos na cidade. Das seis pessoas que estavam na casa alugada por eles, apenas Cláudia e Marcelo sobreviveram.

“Naquele momento exato que a gente estava ali, debaixo da terra, soterrado, nós quatro, eu fiz muita força mesmo pra sair daquela situação. É como se Deus tivesse posto uma mão em cima de mim, me segurado e tivesse falasse: a hora delas chegou, eu vou levar. E a partir daquele momento, no momento seguinte, as pessoas que chegaram pra socorrer a gente até o momento do nascimento da Flora, do Filipe e da Valentina, a gente só recebeu amor”, contou Marcelo Repetto.
Desde a tragédia eles decidiram que a vida seria agradecer e aproveitar cada oportunidade. Ela chegou a engravidar meses depois, mas teve um aborto espontâneo. Eles fazem questão de que as imagens de Geovana e Gabriela estejam sempre presentes.
“Não tenho revolta no meu coração, eu só agradeço mesmo e elas malandrinhas estão juntas, sempre estiveram muito juntas, coladas, e a energia delas, e a força, de falar mãe, pai, vocês vivam bem aí, porque a gente está bem aqui”, disse Cláudia Repetto.
“Se eu tivesse no lugar delas e elas tivessem ficado aqui, o que eu estaria lá em cima pedindo é que elas fossem felizes, então este é o nosso compromisso com a felicidade e a gente foi buscar esta felicidade, vivendo cada dia”, falou Marcelo Repetto.
Recomeço
Quem sugeriu a inseminação artificial foi o amigo João, especialista em reprodução assistida.

“Eles pra mim são o símbolo da superação. Pra mim, eles são duas pessoas que vão mostrar para o mundo que é possível recomeçar uma nova vida”, falou o médico João Ricardo Auler.
A vida recomeçou pra valer para o casal e o trabalho foi multiplicado por três. Flora e Filipe ainda não mamam, mas já começaram a se alimentar com leite materno. A Valentina, que estava um pouco mais frágil deixou de usar o respirador.
Segundo os médicos, os três estão bem, mas vão precisar ficar na UTI neonatal por mais 40 dias para ganhar peso. A expectativa dos pais é poder passar o Natal em casa com as crianças.
“Nossa é só emoção. É muito bom, muito bom, viver isso de novo. Uma questão de você conseguir enxergar novamente e um valor pra sua vida, de levar esta vida que a gente tem aí que é tão maravilhosa, mas da melhor maneira”, disse Cláudia Repetto.
G1

Mãe de Joaquim era ameaçada de morte pelo padastro, diz promotor

Natália foi presa na noite de domingo (11) junto com o marido, principais suspeitos de participar da morte do menino Joaquim (Foto: Márcio Meireles/EPTV)
A mãe do menino Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, encontrado morto depois de cinco dias desaparecido, disse à Polícia Civil que estava sendo ameaçada de morte pelo atual marido porque queria se separar dele. A afirmação é do promotor de Justiça Marcus Túlio Nicolino, que acompanhou o depoimento da psicóloga Natália Ponte na tarde de domingo (10), na Delegacia de Investigações Gerais de Ribeirão Preto (SP). O caso está sendo investigado como homicídio, segundo Nicolino.
Natália e o marido, o técnico Guilherme Longo, foram os últimos a ter contato com Joaquim, antes de seu desaparecimento na madrugada da última terça-feira (5). O casal foi preso na noite de domingo, após ter a prisão temporária decretada por 30 dias. Para a Polícia Civil, Longo é considerado o principal suspeito do crime, porém, não é descartada a participação de Natália no desaparecimento e na morte da criança.
Histórico de agressõesO corpo do garoto foi encontrado no domingo pelo dono de um rancho, boiando no Rio Pardo, em Barretos (SP). O velório acontece em São Joaquim da Barra (SP), onde Joaquim deve ser enterrado na tarde desta segunda-feira (11).
Segundo o promotor Marcus Túlio Nicolino, Natália pensava em se separar de Longo porque ele teria voltado a usar cocaína - o rapaz conheceu a mãe do menino quando fazia tratamento contra a dependência química. No dia do sumiço de Joaquim, o padrasto confirmou à polícia que saiu durante a madrugada para comprar drogas, não encontrou o que procurava, e retornou para casa pouco tempo depois.
“Numa certa oportunidade, uns dias antes, num acesso de cólera, ele teria dito que jogaria o filho do casal, um bebê de quatro meses, contra a parede, caso ele não parasse de chorar. Isso mostra que ele era agressivo”, afirmou Nicolino, dizendo acreditar que o padrasto seja o principal suspeito da morte do garoto. “Ele não se abalou quando soube que encontraram o corpo. Em todo o momento demonstra ser um cara frio e calculista.”
Promotor Marcus Túlio Nicolino disse que Natália pensava em se separar de Longo porque ele teria voltada a usar drogas (Foto: Márcio Meireles/EPTV)
Investigação
Nicolino reafirmou que os exames iniciais feitos pelo Instituto Médico Legal (IML) revelaram que o pulmão de Joaquim não apresentava água, o que descarta a possibilidade de morte por afogamento e evidencia a suspeita de homicídio. O promotor relembrou que, na última quarta-feira (6), cães farejadores da Polícia Militar haviam indicado que o menino e o padrasto fizeram o mesmo percurso da casa da família até um córrego na região.

“Nós temos a certeza de que o menino foi morto e jogado nas águas. Isso foi reforçado pelo fato não terem surgido evidências da participação de terceiros. O menino foi encontrado com a parte de cima do pijama, então realmente foi retirado da casa naquela madrugada e os únicos que estavam no local eram a mãe e o padrasto”, afirmou o promotor.
Joaquim, de 3 anos, foi encontrado morto no rio Pardo, em Barretos, SP (Foto: Divulgação/Arquivo pessoal)
O delegado Paulo Henrique Martins de Castro, que chefia a investigação, não informou o local onde Natália e Longo permanecem detidos, mas confirmou que ambos devem prestar novos depoimentos. “Temos muitas diligências a serem feitas e não podemos passar muitos detalhes para não atrapalhar as investigações”, explicou Castro, afirmando que familiares também serão convocados para prestarem esclarecimentos.
Depoimento controverso
As novas declarações de Natália divergem das entrevistas concedidas por ela na última semana, quando afirmava que a família tinha boa relação e que não suspeitava da participação do marido no desaparecimento do filho.

Longo também negou envolvimento e chegou a descrever sua relação com o garoto como perfeita. Apesar de admitir a dependência química, o padrasto disse que o vício nunca interferiu no relacionamento entre ele e Joaquim. "Era uma convivência de pai e filho", disse Longo em entrevista ao Jornal da EPTV, na última quinta-feira (7).
G1

Americana é presa pela polícia dirigindo bêbada de sutiã e calcinha

Kristen Forester estava apenas de sutiã e calcinha quando foi parada pela polícia em Fort Pierce (Foto: Reprodução/YouTube/ TCPalm TCPalm)
A americana de Kristen Forester, de 18 anos, estava apenas de sutiã e calcinha quando foi parada pela polícia no mês passado em Fort Pierce, no estado da Flórida (EUA), acusada de dirigir alcoolizada. Assista ao vídeo.

Para fazer o teste de sobriedade, a jovem colocou roupa.
Ela também realizou teste bafômetro que indicou um nível de álcool no sangue de 0,157 e 0,144, superior ao limite legal de 0,08 gramas de álcool por 100 ml de sangue.
G1

Americana é presa pela polícia dirigindo bêbada de sutiã e calcinha

Kristen Forester estava apenas de sutiã e calcinha quando foi parada pela polícia em Fort Pierce (Foto: Reprodução/YouTube/ TCPalm TCPalm)
A americana de Kristen Forester, de 18 anos, estava apenas de sutiã e calcinha quando foi parada pela polícia no mês passado em Fort Pierce, no estado da Flórida (EUA), acusada de dirigir alcoolizada. Assista ao vídeo.

Para fazer o teste de sobriedade, a jovem colocou roupa.
Ela também realizou teste bafômetro que indicou um nível de álcool no sangue de 0,157 e 0,144, superior ao limite legal de 0,08 gramas de álcool por 100 ml de sangue.
G1
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