quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Paraibano é preso com 400 arribaçãs em Caicó


A Policia Ambiental de Caicó (CIPAM) prendeu na manhã do último sábado um Paraibano natural da cidade de São Bento no sertão do Estado, portando a quantia de 400 arribaçãs que seriam revendidas na cidade de Caicó.

A apreensão foi feita após uma abordagem a um veículo fiat uno que entrava na cidade de Caicó. O responsável do material e aves foram conduzidas até a Delegacia de Policia Civil onde foram realizados os procedimentos cabíveis.

Fonte: http://www.sertaoinformado.com.br/

Campanha eleitoral da Paraíba é terceira mais cara do país

Campanha eleitoral da Paraíba é terceira mais cara do país Foto: Walla Santos
Os candidatos a governador da Paraíba já gastaram R$ 23,7 milhões nos primeiros meses de campanha, e  o Estado é o terceiro com a campanha mais cara do Brasil, de acordo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Os três principais candidatos ao Governo, Ricardo Coutinho (PSB), Cássio Cunha Lima (PSDB) e Vital do Rêgo (PMDB), já gastaram acima de R$ 6 milhões, cada um. Os dados são da segunda parcial da prestação de contas das candidaturas divulgado pelo Tribunal Eleitoral da Paraíba (TRE-PB).
A primeira campanha mais cara do país é a do Estado de São Paulo, onde os candidatos já gastaram R$ 35 milhões. É o segundo Estado do país com mais gastos, é Mato Grosso do Sul, com eleitorado de 1,8 milhão, os seis candidatos declararam despesas somadas de R$ 31 milhões até agora.
Já a campanha mais barata é a do Acre, com despesas declaradas de R$ 360 mil. No país os candidatos a governador gastaram R$ 362 milhões nesses dois primeiros meses de campanha.
E o total arrecadado pelas candidaturas no Brasil é bem inferior: R$ 281 milhões. Isso ocorre porque 49 dos 173 candidatos declararam despesas maiores do que as receitas no período.
Fonte: http://www.clickpb.com.br/

'Ele deu risada', diz mãe sobre bêbado que atropelou e matou bebê

Menino tinha um ano e seis meses e brincava com outras crianças quando foi atropelado (Foto: Reprodução / RPCTV)
A mãe do menino de um ano e seis meses que morreu atropelado por um bêbado em Itaperuçu, na Região Metropolitana de Curitiba, Kelly Thais dos Santos, de 18 anos, disse ao G1 que o homem deu risada após o acidente. "Eu estava desesperada sem saber o que fazer e ele deu risada na minha cara, caindo de bêbado", relatou. O acidente aconteceu na tarde de segunda-feira (8) e o menino estava próximo da rua. O motorista subiu a rua em marcha ré e o atingiu. A criança chegou a ser encaminhada para o hospital, mas morreu horas depois.
O homem é vizinho da família e tinha bebido três vezes acima do permitido por lei. Ele foi preso em flagrante e encaminhado para a Delegacia de Rio Branco do Sul. "Ele é um assassino e um covarde. Matou uma criança e não deu a mínima chance de defesa. Tem que ficar preso pra sempre", desabafa Kelly.
A mãe disse ainda que antes de sofrer o acidente o bebê tinha sido levado para a casa da avó, que mora em frente à casa dela, por um sobrinho. "Eu estava lavando a louça e meu sobrinho pediu pra levar ele pra passear na casa da avó. Eu deixei, mas não imaginava que poderia acontecer uma tragédia dessa", explicou a mãe. O menino foi atingido enquanto brincava com outras crianças no terreno da avó, na beira da rua. Conforme a mãe, não havia nenhum adulto junto.

A jovem também disse não ter dúvidas que se estivesse no local do acidente, teria se jogado no lugar do filho. "Teve gente que me culpou, mas não foi minha culpa. Eu não estava ali na hora. Se estivesse, teria me jogado pra salvar a vida dele". Este era o segundo filho de Kelly. O primeiro ela perdeu no parto quando tinha 15 anos. "Meu Deus, eu estou sem chão. Perdi duas vidas que não tiveram nem chance de defesa", desabafa.
"Eu pedia pelo amor de Deus para o meu filho voltar e perguntei onde estava doendo. Ele apontou para a cabecinha e para a barriguinha e reagiu em seguida. Ele foi consciente para o hospital. Não entendo porque ele se foi", acrescenta, emocionada, a mãe. O transporte até o hospital foi feito pela irmã do motorista bêbado. "Como ele só dava risada e tirava sarro da situação, a irmã resolveu me ajudar. Ela pede desculpas direto e tenta me consolar, mas não tem como", conta Kelly.
Excesso de multas
O motorista preso tinha excesso de multas, segundo o delegado Voltaire Garcia, que investiga o caso. Conforme o teste de bafômetro, o motorista tinha bebido 1,03 miligramas de álcool por litro de ar expelido, sendo que o permitido por lei é de 0,33 miligramas. O veículo também foi apreendido pela polícia.

Conforme o delegado, o homem não deveria dirigindo, já que estava com a carteira de habilitação vencida. "Não poderia estar dirigindo de jeito nenhum, muito menos, embriagado", afirma o delegado.
G1

Saiba como a vacina contra o HPV age e as reações que pode provocar

Vacina contra o HPV é aplicada em meninas de todo o Brasil (Foto: Reprodução / TV Tribuna)
A vacina contra HPV, que passou a ser oferecida este ano pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para meninas de 11 a 13 anos, é segura para as adolescentes. Segundo pesquisas feitas em países que adotam a imunização há mais tempo e especialistas ouvidos pelo G1, os riscos de ocorrerem eventos adversos são parecidos com os de outras vacinas que já fazem parte do calendário vacinal.
caso de 11 garotas de Bertioga que foram levadas ao hospital depois de receberem a segunda dose da vacina contra HPV na escola, na quarta-feira passada (4), suscitou preocupações em relação à segurança da vacina entre os pais de adolescentes.
A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo afirmou que as meninas já estão bem e descartou qualquer relação entre os sintomas e a vacina aplicada. As jovens relataram dores no corpo, na cabeça e tremores. Três delas afirmaram que não sentiam as pernas e que tinham dificuldades para andar. Elas permanecem em observação, mas já se sentem melhor e não apresentam mais os sintomas.
O que pode acontecer com quem toma a vacina?"Para a vacina ser registrada e liberada no país, o produtor tem que demonstrar com estudos padronizados que ela é segura e eficaz. Mesmo quando ela já está em uso, todos os efeitos potencialmente relacionados à vacina são avaliados e registrados", diz o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa. Veja algumas perguntas e respostas sobre a segurança da vacina contra HPV:
De acordo com o médico Renato Kfouri, presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), os eventos adversos mais comuns relacionados à vacina de HPV são dor, inchaço e vermelhidão no local da aplicação.  Febre, mal estar e dor de cabeça também são reações relatadas por parte dos vacinados. Podem ocorrer ainda desmaios nos primeiros 15 minutos após a vacinação. Segundo os especialistas, essas reações são benignas, sem gravidade e não deixam sequelas.

Nos Estados Unidos, que desde 2006 já distribuiu cerca de 67 milhões de doses da vacina quadrivalente contra HPV, um estudo de segurança divulgado em agosto apontou que a proporção de eventos adversos entre os que receberam a vacina e entre o grupo controle, que recebeu apenas uma solução salina, foi similar.
Por que alguns adolescentes desmaiam?
Kfouri esclarece que os desmaios não são reações específicas à vacina de HPV e que estão relacionados a fatores emocionais. “Trata-se de uma população de adolescentes e parte deles desmaiaria ao tomar qualquer outra vacina ou medicação injetável.” Por causa da possibilidade de desmaios, é recomendado que os jovens sejam vacinados sentados e que permaneçam em observação por 15 minutos.

O secretário Jarbas Barbosa cita que, quando a vacinação contra HPV foi lançada nos Estados Unidos, foi observado um fenômeno de desmaios em série. “Quando se vacinava em uma escola, se tinha um desmaio, aconteciam 5 ou 6 desmaios na mesma escola. Em outras, não ocorria nenhum desmaio”, diz Barbosa. Ele cita que ver um colega desmaiando deixa os colegas tensos e ansiosos e mais propensos à ocorrência.
Ela pode provocar dormência e paralisia nos membros?
A vacina não está relacionada a sintomas como dormência e paralisia dos membros, relatados pelo grupo de jovens de Bertioga. De acordo com a médica Marta Heloísa Lopes, professora do Departamento de Moléstias Infecciosas da Faculdade de Medicina da USP e membro da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), trata-se de uma vacina desenvolvida por engenharia genética, que tem apenas a superfície do vírus HPV. “Mesmo se tivesse o vírus inteiro, ele não seria capaz de provocar problemas no sistema nervoso central”, diz a médica.

De acordo com Barbosa, na medida em que exames revelaram que não havia nenhum déficit motor ou neurológico nas jovens de Bertioga, o mais provável é que os sintomas relatados por elas tenham causas emocionais. “O adolescente tem uma labilidade emocional maior, são mais sugestionáveis e reagem com mais intensidade”, disse o secretário. “Realmente foi uma reação mais emocional, psicossomática, o que não é incomum. Mesmo em adultos isso pode acontecer.”
O fato de os sintomas terem aparecido em pessoas da mesma escola também é um sinal de que o problema não é especificamente da vacina, já que o mesmo lote do produto foi distribuído em várias outras regiões do país em que não houve relatos de problemas semelhantes. “Quando ocorre um caso em um lugar e outro em um outro lugar distante, a gente deve ficar mais atento. É estranho que eventos raros aconteçam em um lugar só”, diz Marta.
Para que serve a vacina?
Kfouri explica que a vacina distribuída no SUS é quadrivalente, ou seja, protege contra quatro tipos de HPV: o 6, o 11, o 16 e o 18. Dois deles (o 6 e o 11), estão relacionados com o aparecimento de 90% das verrugas genitais. Os outros dois (o 16 e o 18) estão relacionados com 70% dos casos de câncer de colo de útero.

“O uso da vacina de HPV em saúde pública é recomendado porque o câncer de colo de útero é uma causa importante de morte entre as mulheres”, diz Barbosa. Além da vacina, a prevenção contra esse tipo de câncer também continua envolvendo o exame Papanicolau, que identifica possíveis lesões precursoras do câncer que, tratadas precocemente, evitam o desenvolvimento da doença.
“Existe uma expectativa muito grande de que a combinação de vacinação do HPV com o teste preventivo, o Papanicolau a partir dos 25 anos, permita que a geração que hoje tem de 11 a 13 anos seja a primeira geração em que o câncer de colo de útero seja eliminado como causa de morte entre as mulheres", observa Barbosa.
G1

Analista da BBC elogia interface do Apple Watch, mas vê exageros

Infográfico Apple Watch (Foto: Arte G1)
A Apple apresentou nesta terça-feira (9) seu relógio inteligente, o Apple Watch, que roda aplicativos, controla a saúde do usuário e se comunica com o iPhone.
É a primeira nova linha de produção da Apple desde o primeiro iPad e desde a morte de seu cofundador Steve Jobs. E, ainda que já existam outros relógios inteligentes no mercado, a empresa tem um histórico de entrar relativamente tarde em alguns mercados e ampliá-los ou mudar sua direção.
O relógio, que só será lançado no início de 2015, tem a elegância e a simplicidade típica dos produtos da Apple, analisa o especialista em tecnologia da BBC, Richard Taylor, nos EUA. Parece abrangente em termos de funcionalidade, apesar de custar US$ 349 para sua versão mais básica - 30% a mais que seus rivais Android, Motorola e Sony.
O Apple Watch supera a concorrência no que diz respeito a monitoramento da boa forma dos usuários, mas algumas funções, como o "toque digital" para mandar mensagens e gestos a amigos, parecem servir apenas para chamar a atenção.
E o design, quadrado, pode parecer um pouco futurista demais, mas a ideia de produzi-lo em dois tamanhos pode ser boa, por ampliar seu interesse por parte do público feminino.
"Coroa digital"
O relógio é controlado pelo que a Apple chama de "coroa digital" - um mostrador lateral que permite que o conteúdo da tela seja ampliado ou rolado, além de funcionar como botão de "home".

A tela "touchscreen" consegue perceber a diferença entre um toque leve e uma pressão mais forte do dedo dos usuários. E o aparelho roda o Siri - o "assistente pessoal" controlado por voz da Apple.
A novidade faz alertas aos usuários de seus compromissos, serve de monitor cardíaco e mostra mapas. O presidente da Motorola, Rick Osterloh, havia dito à BBC na semana passada que achava positiva a entrada da Apple no mercado de relógios inteligentes, ainda que competindo com o Moto 360.
O aparelho, que tem três edições diferentes, faz conexão com iPhones 5 ou outros mais recentes."O burburinho gerado pela entrada da Apple no mercado de (aparelhos) usáveis é inquestionável", agrega Tim Coulling, analista sênior na empresa de pesquisas tecnológicas Canalys. "Vai gerar interesse em todo o segmento."
Apple Pay
A Apple também revelou nesta terça os novos aparelhos IPhone 6 - que são maiores que seus antecessores. A tela do iPhone 6 tem 11,9 cm e a do iPhone 6 Plus tem 14 cm - uma mudança que, segundo analistas, pode impedir que seus usuários migrem para o Android.

A empresa lançou ainda seu novo serviço, o Apple Pay. O executivo-chefe da empresa, Tim Cook, que fez os anúncios, disse que o dispositivo visava "substituir a carteira" dos usuários.
O Apple Pay usa chips com sistema NFC (em inglês, near field communication), presentes tanto nos novos telefones como nos relógios da empresa. A compra é feita passando o celular ou relógio diante do leitor de NFC.
A empresa alega que o sistema é seguro porque não requer que a Apple armazene os dados do cartão de crédito do usuário ou que este tenha que compartilhar os detalhes de seu cartão com o caixa da loja. Diversas outras empresas já apostaram suas fichas em sistemas de pagamento semelhantes, mas estes ainda não se popularizaram a ponto de substituir o uso de cartões.
O analista da BBC Richard Taylor aponta que o Apple Pay traz conveniência, mas, após os recentes escândalos de hackeamento de fotos de celebridades, a confiança na segurança oferecida pela Apple está abalada.
G1
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