terça-feira, 9 de abril de 2013

Massacre deixa 13 mortos na Sérvia


Policiais em frente ao local do crime nesta terça-feira (9) na localidade sérvia de Velika Ivanca (Foto: Reuters)Policiais em frente ao local do crime nesta terça-feira (9) na localidade sérvia de Velika Ivanca (Foto: Reuters)
Pelo menos 13 pessoas foram assassinadas a tiros nesta terça-feira (9) na cidade de Velika Ivanca, perto de Mladenovac, ao sul de Belgrado, naSérvia, informou o diretor da polícia local, Milorad Veljovic.
Um homem, de cerca de 60 anos identificado como Ljubisa B., por motivos ainda desconhecidos, disparou deliberadamente contra cinco casas da vizinhança.
Em entrevista à rádio "B92", Veljovic acrescentou que pelo menos duas pessoas ficaram gravemente feridas, entre elas o possível autor do crime, um idoso sem passagem pela polícia mas com permissão para portar armas.
Segundo a emissora, as vítimas são seis homens, seis mulheres e um bebê.
A polícia informou que o suspeito do massacre ainda tentou matar sua mulher e depois suicidar-se. Ambos estão internados e gravemente feridos.
G1

Direção da Maternidade aponta doença rara como causa da morte de jovem de 21 anos em Patos


A direção da Maternidade Peregrino Filho de Patos comentou sobre a morte da jovem Lidia dos Santos Pereira, de 21 anos, que faleceu no final da tarde desta segunda-feira, (08), após dar a luz a seu filho.
 
Segundo o diretor técnico da Maternidade, Dr. Paulo Athayde, a jovem foi acometida por uma atonia uterina, que é uma condição no qual o útero, logo após o parto, não consegue se contrair, conseqüentemente há um sangramento volumoso.
 
Dr. Paulo disse que conversou com a equipe médica que atendeu Lídia e os mesmos disseram que esse quadro foi justamente o que motivou a decisão de realizar a histerectomia, ou seja, a retirada do útero, procedimento indicado nesse tipo de caso.
 
Questionado sobre a decisão de ter sido  feito um parto normal na paciente, Dr. Paulo garantiu que tudo foi feito da maneira correta: "Essa questão de aguardar para o parto normal é comum. Existem partos normais que duram até 24 horas", disse.
 
O médico garantiu ainda que não tem como prever se uma paciente será acometida por tal condição, além disso, a atonia uterina independe de parto normal ou cesariana: "Esses casos, apesar de bastante raros, podem acontecer em qualquer tipo de parto".
 
Uma sindicância será aberta, o caso será encaminhado à Comissão de ética e será investigado.
 
O bebê da jovem sobreviveu e está na Unidade de Terapia Intensiva. Seu estado de saúde é estável.
 
Lídia era filha de Lúcia Costa, mais conhecida como Lucinha, coordenadora do Colégio Evolução.
 
Fonte: maispatos.com 

Polícia investiga se incêndio em hotel de São Bernardo foi criminoso


A polícia investiga se o incêndio no Hotel Park Plaza, em São Bernardo do Campo, no ABC, na tarde desta segunda-feira (8), foi criminoso. Um perito disse ter encontrado indícios de que as chamas foram provocadas propositalmente, como informou o Bom Dia São Paulo desta terça (9). A suspeita consta no boletim de ocorrência. A hipótese de curto-circuito também foi levantada.
A rede Palm Leaf de hotéis, proprietária do Park Plaza Hotel, afirmou, em nota, que os funcionários tomaram as medidas de emergência cabíveis. Os 47 hóspedes ocupavam o prédio na hora do incidente foram hospedados em outros hotéis da rede na Grande São Paulo.
Há marcas de fumaça em vários apartamentos. Porém, apenas três quartos – um no 5º e dois no 7º andar- ficaram destruídos. Os quartos funcionavam como depósitos provisórios. O Bom Dia São Paulo informou que seis ou sete pessoas tiveram intoxicação leve por causa da fumaça.A causa do incêndio só poderá ser apontada pela perícia, que já começou a ser feita nesta terça-feira. O edifício, que fica na Avenida das Nações Unidas, no Centro de São Bernardo do Campo, permaneceu isolado durante toda a noite à espera da Polícia Técnica.

O Park Plaza Hotel, que tem mais de 30 anos, passava por uma reforma. Segundo o coronel do Corpo de Bombeiros Roberto Cunha, o prédio não tinha o auto de vistoria da corporação. “Essa é a primeira informação”, afirmou.

O fogo demorou cerca de duas horas para ser controlado. As vias no entorno foram interditadas para o trabalho de 82 bombeiros em 26 carros da corporação. Os hóspedes e os funcionários foram retirados. O caso foi registrado 1º Distrito Policial de São Bernardo do Campo.
G1
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Fogo deixou quatro intoxicados, segundo os bombeiros (Foto: Adriano Lima/Brazil Photo Press/Estadão Conteúdo)Fogo deixou quatro intoxicados, segundo os bombeiros (Foto: Adriano Lima/Brazil Photo Press/Estadão Conteúdo)

G1 compara conexões 3G e 4G na Arena da Baixada, em Curitiba


Teste foi feito do local onde ficarão as cabines de imprensa na Copa de 2014 (Foto: Fernando Castro/G1)Teste foi feito do local onde ficarão as cabines de imprensa na Copa de 2014 (Foto: Fernando Castro/G1)























A quarta geração de banda larga móvel (4G) deve entrar em prática até o dia 30 de abril n
as seis cidades-sede da Copa das Confederações de futebol (Brasília, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e Belo Horizonte). No dia 27 de março, o G1 testou o acesso 4G, que foi lançado pela operadora Claro em Curitiba no início do mês de fevereiro.


Os testes foram feitos na Arena da Baixada, estádio do Atlético-PR que será palco de partidas da Copa do Mundo de 2014, com smartphones e chips cedidos pela Claro, única operadora que oferece o serviço 4G em Curitiba. No local, a nova tecnologia chegou a apresentar desempenho 13 vezes superior em relação ao 3G. O teste comparou o desempenho das redes em aplicações como acesso a redes sociais, download de aplicativos, além da exibição e vídeos.

De acordo com especialistas em telecomunicações, a banda larga móvel de quarta geração deve alcançar uma velocidade de acesso 20 a 40 vezes mais rápida, em média, do que a oferecida pelas atuais redes 3G – entre 256 kilobits por segundo (Kbps) e 1 megabit por segundo (Mbps).
Além da capital do Paraná, a Claro oferece o serviço de acesso móvel pela tecnologia 4G em Porto Alegre (RS), Recife (PE), Paraty (RJ), Campos do Jordão (SP) e Búzios (RJ). As operadoras Oi, TIM e Vivo informaram que trabalham para iniciar oferta do acesso 4G até o prazo estabelecido pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), em 30 de abril. O cronograma da Anatel prevê exige que até abril as cidades sede da Copa das Confederações estejam pelo menos 50% cobertas pela nova tecnologia. Até a Copa de 2014, a cobertura deve atingir todas as capitais com mais de 500 mil habitantes.


De acordo com diretor regional da empresa para o Paraná e Santa Catarina, Carlos Cipriano, a Claro possui atualmente 101 pontos de cobertura em Curitiba, que abrangem 47 bairros da cidade. A lista completa está disponível no site da operadora.

Testes
Os testes sequenciais de velocidade foram realizados com o aplicativo SpeedTest, que utiliza servidor da Companhia Paranaense de Energia Elétrica (Copel) para verificar o desempenho das conexões. A reportagem estava posicionada onde será erguido o setor “Brasílio Itiberê”, que abrigará as cabines e imprensa da Arena da Baixada. Os aparelhos Motorola Razr HD, com os chips 3G e 4G, foram fornecidos pela Claro.


Confira os resultados:

SpeedTest (Foto: Reprodução)
Velocidade
O G1 efetuou três testes sequenciais de velocidade, que apontaram para uma velocidade média, nas redes 4G, de 7,64 megabits por segundo (Mbps) no download e de 10,62 Mbps no upload. A velocidade do 3G chegou apenas a 2,96 Mbps no download e a 1,23 Mbps no upload.




Logo G1 (Foto: Reprodução/G1)
G1
O teste seguinte foi feito com um vídeo de dois minutos postado no catálogo do G1. A reportagem demorou quatro segundos para ser visualizada com o aparelho com chip 4G, quatro vezes mais rápido do que a visualização com o aparelho de chip 3G. No tempo total, considerando o clique inicial até a visualização, o resultado foi de 16 segundos na conexão via rede 4G, e de 28 segundos na rede 3G.


Logo YouTube (Foto: Divulgação/Google)
Os testes no YouTube foram divididos em duas partes – download e upload. Na primeira etapa, de download, foi levado em conta o tempo para visualizar um vídeo de 30 segundos disponível no site – tarefa que o 4G levou cinco segundos para realizar, enquanto o 3G precisou de dez segundos para exibir.

Já na segunda parte, a reportagem postou vídeos de 35 segundos mostrando o andamento das obras da Arena. Este teste registrou a maior diferença entre as duas tecnologias, já que o 4G foi treze vezes mais rápido do que o 3G. Enquanto o vídeo foi postado em 44 segundos na velocidade mais alta (4G), na conexão via rede 3G a postagem levou dez minutos e cinco segundos.

Facebook logo (Foto: Divulgação/Facebook)
Neste teste a reportagem utilizou fotos recém-registradas das obras da Arena da Baixada para avaliar o tempo de publicação. Neste teste, pelo acesso via rede 4G o upload da foto e sua publicação no Facebook levaram 8 segundos, enquanto na conexão 3G o mesmo procedimento foi realizado em 17 segundos.


Game Dead Trigger (Foto: Reprodução)
Game
Por fim, o último teste foi o download do game “Dead Trigger”, que com 164 Megabytes (MB) de tamanho levou três minutos e 25 segundos para ser baixado com a tecnologia 4G. Já com o chip 3G, o tempo foi três vezes e meia maior, com 11 minutos e 55 segundos de demora para download.


Twitter logo (Foto: Divulgação/Twitter)
A rede social, que permite postagens de até 140 caracteres, também foi utilizada para aferir os desempenhos. Neste caso, a diferença foi de apenas um segundo entre a postagem feita com o chip 4G – quatro segundos -, e a publicação realizada com o aparelho 3G, que levou cinco segundos para ir ao ar.


Tecnologia 4G tem melhor desempenho em ambientes externos (Foto: Fernando Castro/G1)
Entraves das redes 4G
Por enquanto, a cobertura atual da nova banda larga móvel está mais voltada aos espaços externos devido à frequência de 2.5 GHz, que vem sendo utilizada no início da prestação deste serviço no Brasil. “A frequência de 2.5 GHz tem dificuldade de penetração (...). Então nós privilegiamos, em um primeiro momento, áreas outdoor para que os nossos usuários pudessem ter a primeira experiência”, explicou o diretor regional da Claro. A tendência deve mudar com a adoção da frequência de 700 MHz para complementar a oferta de acesso à internet móvel nas redes 4G. “A diferença é que você precisa de muito mais antenas para cobrir uma mesma área atualmente”, detalhou.

Os entraves ficam por conta das dificuldades das operadoras em negociar a permissão de instalação de antenas, de acordo com Cipriano. Uma das saídas encontradas tem sido o compartilhamento de antes com outras empresas, mas muitas instalações esbarram na burocracia. “Algumas cidades são mais problemáticas, outras menos. Curitiba é uma cidade em que a legislação é muito dura nesse aspecto, até pelas questões de ser uma cidade muito bem planejada. Mas de qualquer forma, ela tem uma legislação que é no mínimo dez anos defasada à realidade atual”, criticou o diretor da Claro.
Segundo Cipriano, os clientes que têm aderido ao 4G na Claro são informados no momento da compra sobre o processo inicial de adoção, e questionados sobre as localidades que percorrem. “Desde o primeiro momento, os times de loja têm de ser absolutamente transparentes com o cliente. A gente prefere não vender, se perceber que o uso dele não vai ter essa realidade, do que vender e ficar essa insatisfação”, garantiu Cipriano.
Todos os pacotes do 4G disponibilizados pela operadora possuem franquia de 5 gigabytes (GB), com preços a partir de R$ 205,10. Os pacotes variam até R$ 385,72, dependendo da quantidade de minutos de voz escolhida.
G1

Empresa brasileira lança sandália que se desintegra após 5 anos de desuso


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 O material se degrada 50 vezes mais rápido do que a borracha sintética. | Foto: Divulgação</p>
A Amazonas Sandals está lançando uma linha de sandálias que contribuem para o equilíbrio ecológico do planeta. A linha Bio Rubber é desenvolvida a partir de uma borracha biodegradável vulcanizada, obtida através do látex natural extraído das seringueiras da Amazônia.

Esse material, desenvolvido pelo Centro de Tecnologia AMAZONAS, se degrada após cinco anos de desuso, ou seja, 50 vezes mais rápido do que a borracha sintética – que leva cerca de 500 anos para ser absorvida pelo meio ambiente.

A empresa ressalta que a sandália não irá se desintegrar enquanto estiver guardada no armário. Para que ocorra a decomposição, o modelo precisa ser descartado em condições favoráveis, em um ambiente com água, gás carbônico e terra, como um aterro sanitário, por exemplo.

Além de não poluir o ecossistema, as sandálias da linha Bio Rubber são confortáveis e têm um design orgânico e arrojado. Nas versões chinelo e gladiadora, os modelos trazem as cores, estampas e grafismos inspirados nos elementos e na cultura Amazônica.

O Grupo Amazonas possui nove fábricas ao total, sendo duas no exterior. A Amazonas Sandals foi lançada no mercado em 2011 com um conceito ecológico de sandálias femininas e masculinas.
Fonte: http://ciclovivo.com.br
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