terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Filho de Kim Jong-il homenageia o pai durante velório do ditador


O filho mais novo de Kim Jong-il e seu sucessor designado, Kim Jong-un, e um grupo de altos cargos do Partido dos Trabalhadores prestaram nesta terça-feira (20) tributo ao falecido líder em Pyongyang, informou a agência 'KCNA'.
Segundo a agência, a comitiva, da qual também fizeram parte militares, expressaram sua "profunda dor" no velório do líder, cuja morte foi anunciada nesta segunda-feira (19).
A televisão nacional norte-coreana indicou que Kim Jong-il morreu no sábado (17) aos 69 anos por um ataque cardíaco, após governar aCoreia do Norte com mão de ferro durante 17 anos.
Pacto nuclear
A Casa Branca pediu nesta segunda-feira (19) ao novo governo da Coreia do Norte que cumpra com seus compromissos na área nuclear, após a morte do líder Kim Jong-Il.
TV estatal divulgou imagem do velório do ditador (Foto: HO / North Korean TV / AFP)TV estatal divulgou imagem do velório do ditador (Foto: HO / North Korean TV / AFP)
"Esperamos que a nova liderança norte-coreana dê os passos necessários para apoiar a paz, a prosperidade e um futuro melhor para o povo norte-coreano, inclusive agindo em seus compromissos para o desarmamento nuclear", disse o porta-voz da Casa Branca Jay Carney.
Carney estimou depois da morte de Kim Jong-Il, devido a um ataque cardíaco, que Washington não tinha um terreno fértil para preocupações sobre depósitos de armas nucleares de Pyongyang, além das advertências prévias sobre o arsenal atômico.
Condenação na ONU
Horas após o anúncio da morte de Kim Jong-il, a Assembleia Geral da ONU aprovou um voto condenando os direitos humanos na Coreia do Norte.
Os 193 países da assembleia aprovaram a condenação anual por 123 votos a 16, com 51 abstenções. A China, aliada chave da Coreia do Norte, estava entre os países contrários à resolução.
A resolução, que é adotada anualmente pela Assembleia Geral, manifesta "uma preocupação muito grave" com a "tortura" e as "condições desumanas de prisão, de execuções públicas e de detenções extrajudiciais e arbitrárias" na Coreia do Norte.
Minutos antes, o secretário-geral Ban Ki-moon informou por meio de seu porta-voz que a ONU "continuará ajudando o povo da Coreia do Norte" após a morte de Kim Jong-Il.


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